Precisando de um café bem amargo, o seu café, as suas verdades, os seus fatos. Esse café é simbolicamente tudo o que quero que me diga, tudo o que está engasgado e não quer sair.
- Faria se tivesse em natal. (acredito fielmente que sim)
Confesso, estou mesmo precisando do seu café. Aquele café que de tão amargo torna-se doce. Só os fortes são capazes de entender.
- Preciso dele e de longas horas de conversa.
Ah, claro! Horas de conversa, ‘daquelas que quando você nota, são 4hrs da manhã e você nem dorme mais’ – ‘daquelas que você confessa coisas, que nem sabia que eram secretas’
Hoje mais que tudo, queria ser uma bolha de sabão. Não precisa entender, apenas receba-me com um abraço.
- Esqueci de como tu faz falta.
Acho digníssimo que esqueça. Que esqueça de fato e que só lembre que existo quando eu gritar e suplicar pelo seu café. E que não demores a faze-lo, sabes o quanto é difícil segurar um vício. Me faça sentir culpa, seja melhor que eu, tenha esse caráter que eu sempre admirei. Isso, muito bem, me faça sentir culpa, eu quero e mereço. Agora sim, me sinto feliz. Essa dialética, não daria um texto, e nem sei porque e pra que o escrevi. Mas enfim ... sabes como é díficil segurar um vício. Receba-me

Nenhum comentário:
Postar um comentário