Na medida em que me permito ser, confiar, amar, não esconder, assumir, ceder, ter orgulho do que tenho ao meu lado e viver. Não importa o que me espera lá na frente, preciso da intensidade incessante do meu agora, do meu presente pulsando e mexendo dentro de mim. É mágico, é sublime, é divino, é fruto de um nós. A insegurança que antes andava ao meu lado como inimiga, hoje é aliada quando ouço um
'a gente vai dar certo, seremos nós três, um pelo outro'. É, como se o medo, a dor, a lágrima sofressem calefação, ebulição e vaporização ao mesmo tempo. No fim, as minhas decisões de agora decidirão o 'lá na frente', não consigo me arrepender, não consigo pedir desculpas a todo mundo que se dói com o que faço, talvez em futuro próximo eu aprenda a lidar com isso, mas hoje não vou desistir, não vou aceitar um ócio, uma suposta paz sem o que de fato me completa, me faz única, intensa, me faz eu. Eu grito na esperança que alguém ouça a minha voz e me deixe ser feliz. Mas esse post não merece terminar em rachaduras ou feridas porque no minuto exato em que me encontro agora, me sinto única, definitiva, a melhor, uma super mulher e infelizmente ou não isso me ajuda, talvez o rímel que impera nos meus cílios agora sejam capazes de explicar essas palavras. É incrível como uma make me revigora e não me sinto a mais fútil por isso, de modo que na medida em que me permito ser, tudo isso se torna pequeno ao deitar-me e sentir um pé me confirmando '
Eu to aqui minha amor, dorme'.
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