Todos dormem, exceto eu. Diante de uma carta rascunho, uma pedra estrela, uma flor entre páginas e uma embalagem de chocolate, te amo por toda minha vida em segundos e olhares abstratos sobre objetos simbolicamente confeccionados para nós. ‘somos muitos, mesmo sendo dois’. Verdade absoluta? Non, per favore. A única certeza que quero sentir é esse amor recíproco que me sustenta diariamente, que como o ar que respiro e me vivifica sem pedir nada em troca, sejamos ao menos um. Flores a quem se mantém vivo por quase três meses, ritos a quem hoje faz um mês de ‘sim’. Desculpa por tudo e por nada. Faz-se necessário que o mundo saiba que eu te amo e, portanto, não me calarei. Esta tarde, mas o sono não vem. Eu sei do domingo que tivemos, mas estou esperando que venha me cobrir e dizer que me ama, como sempre faz. Não me prive do que tenho de mais importante, não me prive do que a meses vem me sustentando e me fazendo feliz, não me prive do que escolhi pra vida inteira, não se vingue quando eu supostamente errar. E obrigada por existir, ser quem é e me receber de braços abertos. A lua está magnífica da janela do meu quarto, a luz que ecoa do céu é a inspiração pra começar mais um dia e a certeza de que agora te amo mais do que quando comecei esse texto me conduz a liberdade universal do meu ser, fazendo-me renovar o sim que gritei ao te olhar pela primeira vez. (sim, ele veio me cobrir com um ‘eu te amo, incondicionalmente’)

Nenhum comentário:
Postar um comentário